Se você conhece bem os queijos de Minas, existe uma maneira interessante de começar a entender o Queijo Colonial:
se o Meia Cura é um velho conhecido das mesas mineiras, o Colonial ocupa um lugar parecido na cultura gastronômica do Sul do Brasil.
Não porque sejam o mesmo tipo de queijo. Tecnicamente, não são. A semelhança está no papel cultural que desempenham em suas regiões: queijos ligados à vida rural, às receitas de família, ao café da mesa e a um conhecimento transmitido entre gerações.
E a história do Colonial ajuda a explicar tudo isso.
Sua produção está profundamente associada às regiões de colonização europeia do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, especialmente às comunidades formadas por imigrantes italianos e alemães.
Nas pequenas propriedades rurais, produzir queijo era uma maneira de transformar o leite disponível em um alimento que pudesse ser conservado por mais tempo. Com os anos, aquele “queijo da colônia” deixou de ser apenas alimento produzido para a própria família e se transformou em parte da identidade gastronômica do Sul.
É dessa tradição que vem o Queijo Colonial Cedrense Fração 410 g.
A própria Cedrense o define como um queijo de sabor rústico e autêntico, que carrega a tradição do Sul, acompanhado por uma textura macia.
É justamente esse equilíbrio que faz do Colonial um queijo tão fácil de colocar à mesa. Tem personalidade suficiente para ser saboreado sozinho, mas continua versátil para entrar em diferentes receitas.
Pode aparecer no café da manhã ou da tarde, cortado em boas fatias ao lado de um pão fresco; entrar em sanduíches e lanches; ou seguir para a cozinha em risotos, saladas, massas, tortas e preparações quentes.
Na Os Loucos do Queijo, claro, ele também ganha cadeira cativa na tábua.
Experimente acompanhado de salames, presuntos, pães artesanais, azeitonas e conservas. Para criar contraste, vale colocar por perto mel, goiabada, doce de figo ou geleias artesanais.
Mas afinal, o que é Queijo Colonial?
O nome “Colonial” vem justamente dos chamados produtos coloniais, tradicionalmente preparados nas pequenas propriedades rurais do Sul por famílias descendentes principalmente de imigrantes europeus.
Queijos, salames, geleias, compotas, massas, biscoitos, vinhos e conservas faziam parte dessa produção familiar.
O queijo tornou-se um de seus representantes mais emblemáticos.
De maneira geral, o Colonial apresenta massa macia a semidura, sabor característico que se desenvolve durante sua maturação e grande versatilidade culinária. Como sua história nasceu de diferentes famílias, comunidades e regiões, não existe uma única receita capaz de representar todos os Queijos Coloniais brasileiros.
E talvez seja justamente aí que esteja parte de sua graça.
Características
• Marca: Cedrense
• Produto: Queijo Colonial Fracionado
• Peso líquido: 410 g
• Categoria: Queijo Colonial
• Apresentação: Fração
• Textura: Macia
• Perfil de sabor: Rústico e autêntico
• Tradição gastronômica: Sul do Brasil
• Ideal para: Consumo puro, cafés da manhã e da tarde, tábuas, lanches, sanduíches, risotos, saladas e receitas quentes
• Acompanhamentos sugeridos: Salames, presuntos, pães artesanais, azeitonas, conservas, mel, goiabada, doce de figo e geleias
• Conservação: Manter refrigerado conforme as orientações indicadas pelo fabricante.
O Queijo Colonial Cedrense 410 g é uma bela porta de entrada para outra tradição queijeira brasileira.
Nós, apaixonados pelos queijos mineiros, poderíamos resumir assim: Minas tem seu Meia Cura à mesa; o Sul tem seu Colonial.
Não são o mesmo queijo. Mas ambos ajudam a contar uma história parecida: a de famílias que transformaram leite, território e conhecimento passado de geração em geração em algo que acabou virando parte da identidade de uma região. ?